segunda-feira, 25 de maio de 2015

Para uma segunda feira de chuvinha...e qualquer outro dia do ano

Para uma segunda feira de chuva fina que com certeza vai trazer o frio....rsrsrs.
uma sugestão de um filme Frances que retrata o dia a dia de um educador nos dias atuais creio eu em todo lugar deste planeta, como sempre foi repleto de Complexidade.
"Entre os muros da Escola" é um filme que devemos ver rever e principalmente debater
pra você que é educador vale apena ver e refletir.
De um lado desse muro está François Marin, um professor de francês vivido por François Bégaudeau, que também é o autor do livro homônimo no qual "Entre os Muros da Escola" é baseado. De outro, está um grupo de alunos entre 13 e 15 anos composto por negros africanos, asiáticos latino-americanos e franceses.François pode ser visto como um educador, em um primeiro momento, mas também como uma espécie de colonizador. Seu sobrenome Marin, que pode ser traduzido ao português como marinheiro, sugere alguém que é desbravador dos mares e de novas terras. Seu esforço em fazer com que seus alunos incorporem o idioma francês pode ser interpretado como uma espécie de "processo civilizador" imposto a esses alunos de diferentes etnias.O filme reforça uma visão colonizadora a partir do ponto de vista de alguém que se toma, mesmo que inconscientemente, como a "civilização". Assim, o outro se torna o retrato da rebeldia que deve ser conquistado através da assimilação da cultura da "civilização".Para que voc~e se sinta mais estigado para ver esse vilme ele se baseia na imagem de alunos que questionam a autoridade do professor e até mesmo são agressivos possibilita outra discussão. Trata-se de um retrato que talvez não seja diferente do que vemos em escolas brasileiras, em que é comum o relato de desrespeito ao mestre. Mas a escola em si não parece ser o principal foco do filme. Tanto que o título original se refere apenas aos muros. A menção à escola no título é uma inclusão da distruibuidora do filme no Brasil.
AHHH...este filme é bom pra qualquer dia da semana, do mês e do ano independente de chuva ou não...rsrs..rsrs..

https://www.youtube.com/watch?v=XHuvaPK98Lg 

Uma imagem que fala mais que muitos filósofos


Educação como meio de transformação social, um olhar filosófico

Procurando ampliar meu olhar sobre a Educação como meio de transformação me deparei com este texto gostei tanto que resolvi publica-lo no meu blog.
Para maior transparencia vou colocar aqui o perfil da Professoara Ana Paula Silva, lá np espaço que dilvuga este texto que realmente me chamou a atenção vc encontrará mais 7 artigos escrito por esta professora 
Professora Ana Paula Silva Bacharel e Licenciatura Plena em Filosofia pela UFMT, professora de Filosofia na Rede Pública Estadual, aluna do programa de pós graduação em Questões Filosóficas Fundamentais pela UFMT. TCC em Filosofia da História tendo como tema "Michel Foucault e a Educação na Modernidade", participação em seminários como comunicadora, entre outros;

Leia mais em: http://www.webartigos.com/artigos/educacao-como-transformacao-da-sociedade/54850/#ixzz3bCOdeQ9i


Inclusão um direito de todos para todos

DESAFIO PROFISSIONAL
INCLUSÃO: UM DIREITO DE TODOS

 
A inclusão é o processo de inserção de pessoas com deficiência no âmbito social. O alicerce para essa integração é a escola, as políticas públicas garantem essa implantação baseada em Leis que lutam pela igualdade e pelo direito à educação para todos. A LDB/96 assegura esse direito às pessoas com necessidades educacionais especiais, exigindo adequação de currículos, métodos, técnicas e recursos para atender as especificidades, porém a realidade de hoje demonstra que as instituições de ensino não estão preparadas e nem estruturadas para receber a nova demanda. Teóricos como Werneck (1997) e Gallo (1999) acreditam que a segregação não auxilia nem os deficientes como também os considerados normais e que a escola deveria através doCURRÍCULOhttp://cdncache1-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png, valorizar as diferenças e competências de cada indivíduo. A escola é direito de todos. Esta frase inquieta muitos professores quando constatam em suas salas de aulas a realidade da diversidade humana. A origem da educação tradicional fez com que alguns profissionais de educação despertassem o desejo de nivelar os conhecimentos dos alunos. A proposta da educação inclusiva deu um novo aspecto à educação visando um olhar diferenciado as singularidades humanas.Acredito que para ter uma educação de qualidade visando a inclusão de alunos especiais é necessário uma estrutura física adequada, um corpo docente capacitado, auxilio irrestrito da família,porém,para que isso ocorra,tem que haver vontade política e principalmente uma boa vontade e esforço de cada envolvido em um processo de inclusãoDeste modo o processo de inclusão é amplo, com transformações pequenas e grandes, tanto em ambientes físicos como nas pessoas envolvidas ou não,partindo das políticas públicas e chegando ao ponto chave que é o de se ter professores capacitados e os familiares propostos a colaborarem. Três pontos são fundamentais na articulação deste Tema : a experiência da inclusão, a valorização das diferenças e a ÉTICA que deve ser o grande pilar em se tratando de inclusão escolar.
O Objetivo maior desse Blog é mostrar que com grande vontade e muitas ações , principalmente um grande interesse daqueles que por obrigação tem que se fazer cumprir as leis marciais dos “direitos humanos”  de se fazer a diferença nas vidas de crianças portadoras de deficiências no ambiente escolar , fazendo assim  se cumprir o direito e a garantia de que todas as crianças e adolescentes tem de estar na escola, seja ela pública ou privada  e que seja então a escola um meio irrestrito de inclusão destes na sociedade como um todo.Objetivo secundário é o de levar informações adequadas e com isso colabora para uma qualificação dos trabalhos a serem desenvolvidos pelos profissionais da  Educação em relação com a inclusão de todos os descriminados.


  “Meu amigo diferente é especial"                                

Para se ter e real sensação de se vivenciar o dia a dia de um professor que realiza trabalho de inclusão em uma escola pública , procurei uma amiga que por amor a profissão e principalmente por se importar  em fazer a diferença na vida de pessoas com necessidades especiais acompanhei por três dias a rotina cansativa, porém muito gratificante da Professora Luana C. da Silva, que trabalha em duas realidades diferentes porém muito significativas para a tarefa multidisciplinar que é realizar um processo complexo de inclusão de alunos da escola pública,sua tarefa é de interpretar a Língua Brasileira de Sinais para dois alunos com deficiência auditiva em uma sala de aula do 5° ano(4° série) do ensino fundamental no período da manhã e no período da tarde ela trabalha em uma escola particular  que tem como “projeto” o trabalho só com pessoas com necessidades especiais em diversos níveis mentais e físicos, onde ela trabalha como professora de Educação Física.Foi com sua turma da manhã que a professora  me permitiu realizar um trabalho especifico para se fortalecer o tema da “amizade e as diferenças” onde ela realizou uma atividade de desenvolvimento artístico com o tema “Meu amigo diferente é especial” . Orientei-as a desenhar espontaneamente um amigo que possua algum tipo de deficiência física ou mental.Fiz três perguntas para que eles tivessem um ponto de partida e uma compreensão maior do que eu queria que fosse realizado: Por quê seu amigo é diferente? Como iniciou sua amizade? Como você trata o seu amigo?

Selecionei três desenhos os quais estão aqui expostos com a digitalização desses desenhos em forma de arquivo de fotos e suas explicações ao lado dos desenhos




                       


Beatriz foi a primeira aluna a desenhar seu amigo especial e ele é o recem chegado a escola “Professor Oswaldo Duarte Junior” , Pedro é um menino de 11 anos assim como Bia. Ele tem deficiencia auditiva e é um dos três  deficientes auditivos que tem na classe, ela descreveu seu amigo como o mais engraçado e feliz de todos os seus amigos e isso é oque o faz diferente.




Renan Marcello desenhou um garoto em uma cadeira de rodas, ele contou que Rai é seu amigo especial, na verdade Renan disse que Rai é seu primo e ele tem 13 anos e moram na mesma casa com a avó materna de ambos, ele nos falou que não sabia bem o nome da doença que causou a paralisia nas duas pernas do primo quando ainda moravam no interior do Ceará , mas sabe que foi por falta de uma vacina,a professora deduz ser menengite, Renan disse que Rai é especial pois gosta de soltar pipa e de ir ver jogos de futebol do time que tem no bairro deles e ele sempre acompanha o primo, empurrando sua cadeira para todos os lados do bairro e isso deixa sua avó brava.


Aline desenhou sua melhor amiga Ana Carolina que segundo Aline é especial porque sempre tem disposição para estar com ela nos momentos em que se sente sozinha, pois seus pais trabalham e ela fica em casa com um irmão mais velho que vive na rua, então sua amiga “Carol” sempre fica com ela e elas assistem TV, ouvem musicas,realizam as tarefas escolares “para casa”; Como Aline é uma menina obesa ela citou que já foi a “diferente” mas não vê sua amiguinha com esse olhar e sim que ela por seu destino sofreu um acidente quando era menor de 6 anos e perdeu parte da perna, por impudência de seu pai que de bicicleta e com ela no “cano” não conseguiu parar e entrou na frente de uma Motocicleta e a menina perdeu assim parte de sua perna,Aline contou também que a escola e a igreja da comunidade vão realizar uma Festa Junina beneficente para comprar uma prótese para Carol.




Conheça melhor o trabalho realizado por uma professora que trabalha com crianças e jovens adolescentes que são portadoras de necessidades especiais. 



      Para se entender melhor o tema da Inclusão de alunos com necessidades especiais, realizei uma entrevista com a Professora Luana C. da Silva.
A professora Luana  tem 36 anos dos quais 17 deles é dedicado a profissão Docente,formada pelo extinto Centro Específico de Formação e Aperfeiçoamento do Magistério (CEFAM)  que foi um centro de formação do magistério que surgiu para substituir os antigos magistérios e os normais, tinha uma visão diferenciada sobre a formação educacional. O curso funcionava em período integral, com duração de quatro anos em vários municípios do estado de São Paulo, é Pedagoga formada no curso da Universidade de Sorocaba (Uniso), formada também em Educação Física pela Universidade Uirapuru de Sorocaba, Pós Graduada em Educação Escolar;Especialização em LIBRAS(Língua Brasileira de Sinais);Pós Graduada em Educação Física Para portadores de Deficiência  Físicas e Mentais e Extensão em Saúde e Higiene.Ela como interprete de LIBRAS na Escola Municipal “Professor Oswaldo Duarte Junior” em Sorocaba e no Instituto de Educação Especial “Clave de Sol”, também em Sorocaba, onde da aulas de Educação Física.
O que significa inclusão para você? 


Professora Luana: Inclusão é a transformação do sistema educacional, de forma a encontrar meios de alcançar níveis que não estavam sendo contemplados. Eu compreendo a inclusão como um processo em três níveis: o primeiro é a presença, o que significa, estar na escola. Mas não é suficiente o aluno estar na escola, ele precisa participar.O segundo, portanto, é a participação. O aluno pode estar presente, mas não necessariamente participando. É preciso, então, dar condições para que o aluno realmente participe das atividades escolares. O terceiro é a aquisição de conhecimentos - o aluno pode estar presente na escola, participando e não estar aprendendo. Portanto, inclusão significa o aluno estar na escola, participando, aprendendo e desenvolvendo suas potencialidades.
O que são necessidades educacionais especiais? Como superar essas barreiras das pessoas? 
Professora Luana: Tem gente que ainda não entende o que é isso e teme usar a palavra "deficiente", como se já houvesse um preconceito contra a palavra. Na verdade, quando falamos em necessidades educacionais especiais estamos nos referindo a um leque de pessoas com características muito diferentes. Estamos falando do cego, do surdo, do deficiente mental, do deficiente físico, das condutas típicas (autismo, hiperativismo etc.). Mas todos eles fazem parte de um mesmo contexto, o dos alunos com acentuada dificuldade de aprendizagem. É por essa acentuada dificuldade de aprendizagem que esses alunos necessitam de uma educação diferenciada, de uma educação especial, daí "necessidades educacionais especiais". Todo este processo de inclusão é um processo de aprendizado. As pessoas estão aprendendo a viver com os diferentes. E isso só se aprende na ação e dentro de um contexto. Por isso eu acho importante as  pessoas estarem abertas para esse tipo de vivência, pois ela é cada dia mais comum no nosso viver diário.




Como caminha inclusão de alunos com necessidades especiais no ensino regular do estado, de acordo com a orientação do MEC?
Professora Luana: A inclusão é um processo. Hoje, 10% das pessoas com deficiência estão fora da escola. Isso acontece por razões sócio-históricas, por uma barreira cultural, que não vamos romper da noite para o dia. A escola nunca foi muito receptiva a esses alunos, dizendo não estar preparada para eles. Se a mãe tenta fazer a matrícula, muitas vezes desiste, porque a escola alega que não pode atender seu filho. Na maioria dos casos, os pais não se acham no direito de reivindicar a matrícula, por acreditar que seu filho não é igual aos outros e que, por isso, não poderia estudar na mesma escola que outras crianças não deficientes. É preciso que a escola mude, que a sociedade mude, para entender que é um direito dessa criança estar estudando, que a Educação é um direito de todos.
Que tipos de deficiência é possível atender na escola regular e quais necessitam de escolas e classes especiais?
Professora Luana: A ideia da educação inclusiva é para todos. Mas a gente tem que ter bom senso. Não se pode querer que hoje todos estejam no ensino regular. As deficiências mentais, por exemplo, são mais complicadas. Temos que estar, sim, promovendo, propiciando, abrindo espaços para que essas crianças comecem a ser incluídas de forma legítima. Não é colocar o aluno de qualquer maneira na escola. Ele só estará incluído se o professor souber de todas as estratégias e orientações pedagógicas necessárias para atender às necessidades desse aluno, em termos educacionais. Em termos de integração social, é mais fácil, isso vai acontecendo naturalmente, com o decorrer da convivência.
E o que deve ser feito para que a escola seja realmente efetiva e propicie o que você chamou de terceiro nível de inclusão: alunos presentes na escola, participando e aprendendo?

Professora Luana: Das minhas experiências trabalhando com professores e pessoas nos diferentes necessidades, posso afirmar que para tornar as escolas mais eficientes no seu ensino-aprendizagem é preciso ter clareza do que se quer, dar aos professores condições de trabalho, reconhecer que eles são fatores essenciais nesse processo de transformação. Eles precisam se sentir reconhecidos e valorizados.
Os professores, por sua vez, precisam se conscientizar que devem estar aprendendo sempre, que precisam também ser pesquisadores. Isso significa estar sempre pesquisando, investigando novas formas de ensinar, refletir sobre o seu trabalho, procurar sempre melhorar o seu próprio trabalho.
Todos devemINVESTIRhttp://cdncache1-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png na educação continuada dos professores dentro da escola, se quisermos melhorar a aprendizagem das crianças.
Isso implica na contribuição de muitos profissionais trabalhando juntos para o desenvolvimento da escola e dos professores. Quando há comprometimento, liderança na escola, os professores encontram tempo e espaço para soluções.


 Especificamente sobre a inclusão, como você vê a formação do professor no Ensino Superior? 

 Professora Luana:A escolas são instituições difíceis de se mudar. Isso no mundo todo. As de Ensino Superior são as mais difíceis. Muitas continuam perpetuando as mesmas práticas. O discurso é um e a prática é outra. Professores no Ensino Superior dizem a seus alunos que as aulas devem ser mais instigantes, interativas, que devem proporcionar um aprendizado mais ativo. Quando sabemos que as aulas nas Universidades estão centradas na fala do professor. Faz-se necessário, portanto, pensar numa reforma na formação do professor. Os professores formadores precisam reconhecer em suas práticas o que recomendam aos seus alunos professores. Precisam ser "modelos" do que dizem. Por exemplo: trabalhar em grupos, na solução de problemas, professor como facilitador da aprendizagem e assim por diante.Normalmente os professores estudam por um período de três anos. Deste período, apenas algumas semanas são dedicadas à prática e se faz necessário fazer com que os alunos professores conheçam mais a realidade escolar no mínimo no seu município e conheçam esse processo de inclusão na sua realidade tendo convivência com a complexidade de ser professor para especiais.


Pela sua experiência, como tem sido a participação da família no processo de inclusão? Colaboradora ou motivo de impedimento?

Professora Luana:Para uma escola ser mais efetiva tem de desenvolver melhor as relações com a família. Isso se quiser melhorar a aprendizagem de seus alunos. Isso vale para qualquer escola.
Normalmente afastamos os pais da escola. Os colocamos nos limites dos portões das escolas.Eu acho que educação é uma tarefa muito importante para ser executada só por professores. Todos devem fazer parte desse processo. É responsabilidade de todos. Cada um desempenhando o seu papel.
Os pais devem pressionar o governo para que o sistema ofereça vagas e melhores condições de educação. Educação é um direito de todos. Os pais numa escola têm muitas funções. E essa é uma delas.Pais que têm filhos com necessidades especiais de aprendizagem não recebem treinamento especial para serem pais. Aprendem fazendo, porque simplesmente têm de fazer.
Qual é a maior dificuldade que você encontra no seu dia a dia em relação ao trabalho que você realiza com esses alunos especiais?
Professora Luana: A desinformação , muitos dos pais não sabem o que realmente o filho tem de especial e cobra resultados inatingíveis pelos seus filhos, bem como a falta de cursos e interesse de professores em se especializar nessa área, com isso a desinformação se torna uma barreira enorme a ser superada sempre.
O que move você a estar sempre motivada a trabalhar com esses alunos Especiais?
Professora Luana:  Paixão por aquilo que faço e pelas crianças que são realmente “especiais e diferentes”,  apresentam carência afetiva e são dispostas a sempre dividir essa carência com o outro e a dar carinho e respeito , a evolução de cada um é como uma medalha que se ganha depois de ser campeão e o troféu é aquilo que aprendemos com eles pois a cada momento fico sempre com a certeza que eles me ensinam muito mais que eu ensino a eles essa é a essência do aprender com a vivencia do amor.

 







“O pior é a DESENFORMAÇÃO  pois muitos dos pais não sabem o que realmente o filho tem de especial e cobra resultados inatingíveis pelos seus filhos, bem como a falta de cursos e interesse de professores em se especializar nessa área, com isso a desinformação se torna uma barreira enorme a ser superada sempre.”
                                     Prof° Luana C. da Silva



                                                                    Conclusão:
 Muito mais que o processo de inserção de pessoas com deficiência no âmbito social, a inclusão é uma forma clara de se transformar a vida de uma pessoa que é especial, diferente e tem seus direitos garantidos. A inclusão é um processo complexo que exige um esforço de todos os envolvidos, desde o Poder Público, os professores e a família. A capacitação dos profissionais é a ampliação de Políticas Publicas é o que dará um maior suporte aqueles que realmente necessitam de “atenção”  e assim farão parte da sociedade como um todo.


Para ampliar o conhecimento sobre a Inclusão muito mais temas sobre a Educação foi que criei um blog onde poderemos debater este assunto e muito mais sobre Educação, Direitos, Escola, Políticas Públicas, ONGS, Cultura,Diversidade, Desenvolvimento Social, etc...

quinta-feira, 21 de maio de 2015

ATIVIDADE SOBER DIA MUNDIAL DA DIVERSIDADE CULTURAL

O SESC Sorocaba tem hoje atividades especias para comemoração do Dia Mundial da Diversidade Cultural,as Atividades serão as15:00 horas com um bate papo com refugiaos estrangeiros e as 20:00 com apresentação do Filme "A praia do Futuro" que tem Wagner Moura com protagonista de uma trama interresantíssima.
confia melhor a programação  no link a baixo


21 de Maio um dia Especial para se fazer a Diferença





Mensagem da UNESCO para o Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento
Mensagem Irina Bokova, diretora-geral da UNESCO, por ocasião do Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento, 21 de maio de 2015.
Há setenta anos, os fundadores da UNESCO expressaram uma simples convicção: a incompreensão mútua dos povos exacerbou a desconfiança e o mal-entendido entre as nações, a busca pela paz requer o fortalecimento do conhecimento recíproco entre as culturas e os povos, de modo melhorar o entendimento mútuo.
A diversidade cultural é o nosso patrimônio comum e a maior oportunidade diante da humanidade. Ela é uma promessa de renovação e dinamismo, uma força motriz de inovação e desenvolvimento. É também um convite ao diálogo, à descoberta e à cooperação. Em um mundo tão diverso, a destruição de culturas é um crime, e a uniformidade é um impasse: nosso objetivo é valorizar, em um único movimento, a diversidade que nos enriquece e os direitos humanos que nos unem.
Esta ligação irredutível entre a diversidade cultural e os direitos humanos foi fortemente lembrada com a adoção, em 2001, logo após a destruição das estátuas de Buda de Bamiyan, no Afeganistão, da Declaração Universal da UNESCO sobre a Diversidade Cultural. Esse texto é uma bússola para vivermos juntos em um mundo globalizado. Assim, ele reafirma que o respeito pela diversidade cultural e o respeito pelos direitos humanos são inseparáveis.
Ainda hoje, a diversidade cultural é atacada por extremistas violentos que danificam o patrimônio e perseguem as minorias. Esses crimes reforçam ainda mais a nossa convicção de que os inimigos da dignidade humana sempre procurarão destruir a diversidade cultural, porque ela é o símbolo da liberdade da mente e da criatividade infinita do ser humano. É essa ligação que devemos defender. Em reação a todos aqueles que procuram banir a diferença e a pluralidade de ideias, opiniões e crenças, devemos proteger a liberdade por meio da riqueza de nossas culturas e de nossas expressões criativas.
Este é o significado deste Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento. É uma ocasião para liberar o potencial criativo das nossas diferentes línguas e tradições – e para que essas diferenças nos enriqueçam e fortaleçam, ao invés de nos dividir. As palavras da Constituição da UNESCO, elaborada há 70 anos, não envelhecerem: o diálogo pode vencer todos os mal-entendidos e abrir um horizonte infinito de possibilidades para a paz e o desenvolvimento.



quarta-feira, 20 de maio de 2015

As cores das flores

Um exemplo de como deve funcionar a educação inclusiva na escola e também na familia, uma bela "mini pelicula" que nos traz a gracioça forma de Diego escrever sobre "As cores da flores".
https://www.youtube.com/watch?v=s6NNOeiQpPM

O Direito a “diferenças” na escola , a inclusão como maior ferramenta deste trabalho


Em se tratando de uma assunto tão atual que é falar , ler ou escrever sobre as "diferença" e como se constrói uma convivência com respeito entre os não iguais, é uma grande motivação querer compreender o que as pessoas pensam a respeito desse assunto e ter uma referencia própria em relação a esse tema. Sendo relacional e dialógico e ao mesmo tempo singular, o ser humano se constrói no encontro com o outro e nos embates com as diferenças. Considerando o trabalho dos profissionais da Educação como o meio principal de criação de um conceito devemos sempre levar em consideração que além de um próprio conceito de “diferenças”,temos que conhecer conceitos universais sobre esse tema,pois somos frutos de um “tempo”, de uma “geração”, de uma “criação”, de uma “cultura” e fruto de um meio em que vivemos a maior parte do tempo de nosso crescimento e fomos formados e forjados em relação aquilo que aprendemos e convivemos durante a infância e pré adolescência,criando assim um ser único porem não o dono da verdade ou da razão e um conceito universal nos norteara durante a nossa carreira acadêmica e em toda a nossa atividade profissional de Educador . Temos o direito de ser, sendo diferentes e, se já reconhecemos que somos diferentes de fato, a novidade está em queremos ser também diferentes de direito.  Mais do que a discussão em torno das diferenças e da igualdade, há que se considerar a experiência da inclusão. Essa experiência é ainda muito recente nas escolas e demais instituições, para que possamos entendê-la com maior rigor e precisão. A inclusão remete à consideração da diferença, como um valor universal, que é disponível a todos – desde os elementos de um dado grupo étnico, religioso, de gênero, à humanidade como um todo. Três pontos são fundamentais na articulação do tema : a experiência da inclusão, a valorização das diferenças e a ética que sustenta os propósitos de inclusão escolar. As primeiras declarações dos Direitos Humanos datam do século 18 e, desde então, assistimos, em nível global, ao avanço no reconhecimento dos valores básicos para a vida e a dignidade humanas. Como, também, ao aprimoramento dos instrumentos legais para desenvolver sociedades justas, igualitárias e democráticas. Porém, entre o que está no papel e a realidade há uma grande distância. É verdade que avançamos na consolidação do Estado democrático nos últimos 30 anos e por isso vem se por em prática um norteamento das instituições escolares para se desenvolver um trabalho digno e participativo na vida de um ser durante a sua vida escolar,porém deixo aqui uma questão para  reflexão, partindo do pressuposto de que apesar dos Direitos Humanos serem amplamente previstos na legislação, sua garantia e seu reconhecimento ainda hoje, em muitos lugares, não são respeitados. Nesse sentido, sendo a escola um lugar de convivência com a diversidade, é um espaço privilegiado para discussões de questões referentes aos direitos humanos e sensibilização dos estudantes quanto a seus direitos fundamentais. A garantia desses supõe a inclusão, de modo que todos, de fato, tenham condições de acesso aos bens e serviços socialmente constituídos e a capacitação dos Educadores é suficiente para se depararem com um cotidiano atual, diante da diversidade e “diferenças” de seus alunos???